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quinta-feira, 7 de março de 2013

Indíos Xavantes Nota de Repúdio - OPIX 2013



NOTA DA OPIX


Na sexta – feira 22 de Fevereiro de 2013, foi divulgada pela mídia/Blog – São Tomé e jornais da cidade Primavera do Leste, e TV Central América - MT, relatos distorcidas marginalizando ideologicamente indígenas que furtam e saque de carga de valores alto na BR -070 que trafegam nos limites da reserva e cobrando pedágio, agressões nos agentes da policial Rodoviário Federal generalizando o povo indígena Xavante. O governo em nosso país Brasil, tem garantido os direitos individuais/coletivos; mas tenta subjugar o nosso povo nesse país a um pensamento único de desenvolvimento enquanto existe ainda a desigualdade e grande pobreza cheio de violência e poucas ordens e cumprimento das leis que rege o nosso país e a população brasileiras. Compreendemos que todos têm direito e livre de expressões, a vida e, é necessários ter umas decisões politicas que apontem para a restruturação da FUNAI, fortalecer dando uma iniciativa de produção para a sobrevivência, pois só assim, não teria ter acontecido que de fato ocorreu, não todos os dias. Os veículos que capotam com cargas de alimentos perecíveis e não perecíveis são aproveitados pelos indígenas para não contaminar a natureza e os rios que bebemos e que são altamente tóxicos após. Aldeia Sangradouro Município de General Carneiro com população de 2.746, próximo à cidade Primavera do Leste que dista 45 Km², tem grande respeito com autoridades policial rodoviário Federal, no qual são parceiros nossos. Então, a nossa comunidade e do povo xavante é: Respeitar para ser respeitado. Por isso, a melhor maneira é dialogar para compreender o contexto da vida atual nessa globalização e novas tecnologias com o exercício de solidariedade e aproximação entre grupos indígenas da sociedade civil respeitando a cultura o modo de vida e os direitos ameaçados nas nossas luas e não criminalizar sem conhecer a realidade e fatos concretos. Não pode confundir direitos com desenvolvimento da modernidade, respeito e, sim refletir que ainda podemos aprender a conhecer o desenvolvimento com uma nação indígena sem discriminação, sem generalização, caracterizado como atrasado, primitivo, e não pode ser visto também como moderno industrializado. Mas apenas estamos começando ver o que é positivo e negativo.


quarta-feira, 6 de março de 2013

INDÍOS XAVANTE NOTA DO REPÚDIO - OPIX



TERRA INDÍGENA DE SANGRADOURO – XAVANTE – MT/BRASIL

Aldeia Sangradouro; 05/03/2013.

NOTA DO REPÚDIO

A INSTITUIÇÃO – ORGANIZAÇÃO DOS POVOS INDÍGENAS XAVANTE, com Sigla – OPIX – Repudia a noticia distorcida difamando o povo Xavante que saqueiam carga e exigindo a parada de veículos cobrando pedágio. Veículos que capotam no limite da reserva com carga de alimentícios perecíveis e não perecíveis são aproveitados pelos indígenas para não contaminar a natureza, inclusive os rios, água que bebemos que pode prejudicar a saúde humana e a natureza, pois alguns são tóxicos. Nunca teve agressões físicas com agentes federais rodoviárias, o respeito é grande mútua. Cada nação tem o seus direitos individuais, coletivos, um direito que devem ser respeitados, pois, os agentes rodoviários aproveitam de cargas aproveitando levando residências para consumo e ainda incrimina o indígena? Ninguém é perfeito não cumpre as normas que são regidas em nosso País - Brasil, nunca atacamos motorista e entendemos que são também pai de família que trabalham para sua à sobrevivência e são humano. Rogamos, solicitando que todos os veículos parados na rodovia BR-070. Deverá ser comunicado a PFR, afim de não incriminar os indígenas, pois, os não índios que trafegam saqueiam e depois culpam que são indígenas, tiram pneus e outras. A gravidade de conduta não é dos indígenas e sim dos não indígenas que fazem pressão para pegar e após são comercializado com menos valor um produto. A noticia feita pelo São Tomé – Blog, somente ouviu a incriminação, furto, saque generalizando sem ouvir indígenas os motivos atos, ação e os direitos e porque acontece e as desvalorizações indígenas em nosso país democrático neoliberalismo. Que o regimento militar continua ainda sobre os indígenas totalitarismos que com o dialogo pode chegar a atendimento dos fatos que ocorre na Área Indígena Sangradouro. Fomos indenizados sem saber, sem preparo pela BR – 070 no Governo Júlio Campos financiado pelo BIRD/BID para fazer asfalto que chegou periculosidade e para não indígena em progresso desenvolvimento. Até que pronto esse desenvolvimento vai parar e viver todo mundo com igualdade.


terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Clima é tenso na aldeia após morte de adolescente






Corpo do adolescente foi encontrado em uma estrada vicinal

O clima é tenso na aldeia Te’ Yikuê, em Caarapó, após o assassinato de um adolescente indígena, da etnia Guarani-Kaiowá, ocorrido na noite do último sábado (16).

Conforme já noticiado pelo CaarapoNews, Denilson Barbosa, de 15 anos, foi encontrado morto, com um tiro na cabeça, em uma estrada vicinal da reserva indígena. Lideranças ouvidas pela reportagem afirmam que o adolescente, antes de ser encontrado sem vida, estava na companhia de outros dois colegas e estariam pescando em um lago, localizado dentro de uma fazenda que faz divisa com a aldeia.

O trio teria sido surpreendido por três homens armados que teriam sido contratados pelo proprietário da fazenda para cuidar da propriedade. Dois indígenas teriam conseguido fugir, porém, Denilson teria ficado enroscado em uma cerca de arame farpado e acabou sendo pego.
Os indígenas acreditam que o menor teria sido torturado e assassinado pelos seguranças da fazenda, pois, segundo eles, havia sinais de agressão em seu corpo.

Informações apuradas pelo CaarapoNews dão conta que na propriedade existem criadouros de peixes, que constantemente vinham sendo furtados e devido a isso o proprietário teria contratado seguranças para cuidar do local. Porém, não se sabe se teria sido esse o motivo da morte do menor.

Em um primeiro momento imaginou-se que o indígena teria sido atropelado, pois no local do crime havia marcas de que um veículo teria passado sobre seu corpo, fato esse que foi descartado após a perícia localizar o ferimento ocasionado, provavelmente, por um revolver calibre 38.

Revoltados, no início da noite de domingo, dezenas de indígenas foram até a sede da fazenda e ameaçavam invadir a residência e linchar o proprietário, identificado como Orlandino Carneiro Gonçalves, que teria acionado as autoridades do município.

Equipes da Funai, Polícia Federal, Força Tática e Polícia Militar de Caarapó estiveram no local para garantir a integridade do fazendeiro e sua família. Na tarde desta segunda-feira os indígenas, que seguem acampados na fazenda, enterraram o corpo do menor na propriedade, que de acordo com estudos antropológicos, seria área de demarcação indígena. A reportagem tentou contato com o proprietário da fazenda, mas até o momento não obteve êxito.

No início dessa noite, o protesto ganhou repercussão nacional após a publicação de uma nota do conselho Aty Guasu (Grande Assembleia) dos Guarani-Kaiowá, cobrando investigação do caso por parte da Polícia Federal.

Confira a nota na integra abaixo:

Infelizmente, é com muito pesar, nós conselho da Aty Guasu guarani e Kaiowá, vimos a todos (as) AUTORIDADES E CIDADÃOS DO BRASIL E DO MUNDO comunicar que ontem um grupo indígenas Guarani-Kaiowá foram atacados e violentados pelos pistoleiros das fazendas da região de Caarapó-MS. Um adolescente foi assassinado a tiro-bala pelos homens das fazendas, localizada próxima da Reserva/Aldeia Tey'i kue/Caarapo, município de Caarapó-MS.



Hoje (18/02/2013) mais de duas centenas de Guarani-Kaiowá enterraram o corpo do menino no local em que foi assassinado. Esse lugar é terra Guarani-Kaiowá tradicional reivindicada pelos indígenas que está em estudo antropológico, há anos. Diante do fato de violência antiga contra as vidas dos indígenas Guarani-Kaiowá, hoje à tarde, mais de 200 Guarani-Kaiowá tentam reocupar o tekoha e permanecerem no lugar, fazendo protesto contra as violências contra as vidas Guarani e Kaiowá, pedindo a JUSTIÇA. Está tenso no local em que começou o protesto passivo dos Guarani e Kaiowá. Os agentes da PF e FUNAI foram no local ontem e hoje.





Por fim, mais uma vez, solicitamos a investigação do fato pela Polícia Federal e pedimos a presença permanente de seguranças federais no local. A comunidade Guarani e Kaiowá já decidiu em permanecer em protesto nesse tekoha guasu onde foi assassinado o menino Kaiowá. Entorno de tekoha reocupada em protesto já começou movimento dos pistoleiros. O risco de ataque dos pistoleiros é iminente.
Amanhã, retornaremos a comunicar a todos (as).



Tekoha Guasu Guarani e Kaiowá, 18 de fevereiro de 2013.

Conselho da Aty Guasu Guarani e Kaiowá contra genocídio

sábado, 20 de outubro de 2012

Diálogos para um Plano Indígena de enfrentamento às Mudanças Climáticas - 2012 - ACRE


III Seninário os grupos de trabalhos as pessoas do Estado Mato Grosso, se organizando do Plano sobre às Mudanças Climáticas, aconteceu grande encontro entre Três estados são: AC, RO, MT, varias etnias se reunindo para manter segurança do seu conhecimento tradicional indígenas, foi realizado na região do Estado do ACRE cidade Rio Branco, e também a discussão esclarecimento sobre o REDD+, PEC 215 e Portaria AGU 303. Através do apoio juntos alguns organização indigenas como COIAB, IPAM e outros alguns Organização Indigenas se apoiaram neste evento.




segunda-feira, 30 de julho de 2012

Oficina do Projeto Aldeia Digital
Corrida do Noni e Wanoridobe
Terra Indigena São Marcos


quarta-feira, 25 de julho de 2012

Suspender não é suficiente: COIAB exige a imediata revogação da Portaria 303 da AGU.

A Funai anuncia que a AGU vai suspender os efeitos da portaria, mas não garante revogação .
A luta contra a portaria continua importante.
 
 
Suspender não é suficiente: COIAB exige a imediata revogação da Portaria 303 da AGU.
A Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira-COIAB, vem de público exigir a imediata revogação da Portaria 303 da Advocacia Geral da União (AGU) que orienta os órgãos do governo federal a aplicar as condicionantes decididas pelo Supremo Tribunal Federal na demarcação da TI Raposa Serra do Sol/RR, para todas as terras indígenas do país. Somente a SUSPENSÃO dos efeitos como anunciado, não é suficiente. Exigimos sua revogação.
De forma arbitrária, essa Portaria antecipa a decisão final do Supremo Tribunal Federal sobre o caso e estabelece seu efeito vinculante as demais terras indígenas, expressamente negado recentemente pelo Ministro Ricardo Lewandowski, numa Reclamação do Município de Amarante/MA contra portarias da Funai.
A Portaria, o que é ainda mais grave, questiona a validade de tudo o que já foi feito em relação à demarcação das terras indígenas. Isso quer dizer que inclusive as terras já demarcadas, poderiam ser revistas. Ela atende assim plenamente as expectativas dos grileiros de se apossarem definitivamente das terras indígenas.
A inciativa da AGU rasga todas as letras da Carta Magna do país e com ela os direitos indígenas reconhecidos pela Constituição Federal e pela Convenção 169 da OIT e afronta a memória das numerosas lideranças indígenas mortas pelo latifúndio, que entregaram a vida para assegurar a terra sagrada para o futuro de seus povos. Com as incertezas levantadas sobre a legalidade da demarcação das terras indígenas estimula irresponsavelmente uma nova onda de violência contra os povos indígenas.
Essa portaria faz parte de uma série de iniciativas, tomadas no âmbito do Executivo e do Legislativo que visam desconstruir os direitos dos povos indígenas, das comunidades tradicionais e da natureza, a exemplo das Portarias Interministeriais 420 a 424, que estabelecem prazos irrisórios para a Funai se posicionar frente aos Estudos de Impactos e licenciamento de obras, da mudança do Código Florestal para facilitar a exploração da natureza e da PEC 215 para inviabilizar a demarcação das terras indígenas. A finalidade é remover os chamados obstáculos ao desenvolvimento, com a incorporação de novas terras para o agronegócio e facilitar o acesso e a super exploração dos recursos naturais.
As terras indígenas e a luta dos povos indígenas para manterem seus projetos próprios de vida resistem contra essa perspectiva insustentável do ponto de vista social e ambiental. Na região sul da Amazônia, por exemplo, é facilmente percebível como as terras indígenas aparecem como verdadeiros oásis verdes em meio a terra arrasada pelo latifúndio, sem florestas e sem gente.
A luta pela revogação da Portaria 303, contra a PEC 215 e em defesa das terras indígenas, por isso, não é só dos povos indígenas, mas de todos aqueles que estão preocupados em assegurar condições dignas de vida para as futuras gerações.
Manaus, 24 de julho de 2012.
Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira – COIAB.